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22 de Nov de 2009
Música portuguesa no seu melhor
Aproveitando o post da minha prima, resolvi trazer-vos música da boa. Proveniente do Tubo de Ensaio, apresentado pelo grande (em tamanho) Bruno Nogueira, aqui ficam os melhores exemplos da música lusitana. Para ouvir e chorar por não ouvir mais.
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Coisas com pouco interesse...
E já agora, um post pequeno
Qual o singular de ténis?
(e sim, o post é só isto)
(e sim, o post é só isto)
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Coisas que têm interesse noutra altura
13 de Nov de 2009
As jóias na Coroa
Primeiro, avisar que isto parte de uma notícia verídica, que se encontra aqui.
Para quem não lhe apetecer ler, a notícia caracteriza-se por uma “Mulher usava vagina para esconder tesouro” (título da notícia), entre os “onze jóias em ouro e um relógio Omega Speed Master”. Primeiro pormenor retirado da notícia: as onze jóias não devem incluir a própria vagina da senhora. Segundo: Omega Speed Master é o nome do relógio que, traduzindo, dará algo como Omega senhor da velocidade. O que nos leva a concluir que aquilo era rápido.
Rápida também foi a fuga. A mulher foi detida em Elvas, pronta para fugir com todo o ouro. E o conteúdo mais específico é este: “foram-lhe encontradas na vagina dois anéis, três brincos, três pendentes com pedras preciosas, um fio com cerca de meio metro, um relógio Omega Speed Master, duas pulseiras e duas medalhas com motivos religiosos. Uma autêntica mina por explorar. Agora surgiu-me uma dúvida a ler a notícia: como a polícia deu conta que a croata continha um arsenal escondido? Então, poderá ser por um detector de metais. Mas a notícia ainda contém na “revista efectuada”. Ou seja, aquilo foi mesmo revistado…esperemos com luvas.
Continuando a dissecar a notícia, o fio encontrado tinha cerca de meio metro. Aquilo estava muito emaranhado para caber lá.
Agora, e para acabar as citações da noticia, duas últimas notas: “o chefe do grupo, tido como muito bem organizado, era um indivíduo de nome Z.M., de 44 anos, natural da Jugoslávia, que distribuía todas as tarefas”, ou seja, manter os maridos fora do guarda-jóias com o receio de se picarem em “três brincos”. Última citação: “faz parte de um grupo nómada, cujo julgamento está marcado mas pode não realizar-se; o tribunal não encontra os arguidos para os notificar”, ou seja, deixaram fugir uma das jóias.
Deixemo-nos então das transcrições e passemos ao raciocínio. Primeiro, aquela mulher tem umas cuecas bem fortes…pois deve ter corrido para ir para Espanha, e aquilo lá dentro aos saltos deve romper umas cuecas mais fracas. Depois, aquilo não é uma mulher: é um canguru. Pois são estes mamíferos que levam as crias nas suas longas viagens, também já soltas da mãe mas numa bolsa.
Continuando, achei delicioso o JN ter citado o conteúdo da vagina da senhora. Quem se interessa por conhecer a fundo o sistema reprodutor feminino, teve uma oportunidade única para ver que, aquilo apesar das defesas, aceita ouro. E é aqui que reside a questão principal: o corpo de algumas mulheres é tão ganancioso que se a mulher tem de esconder o ouro, que seja próximo dela.
Para acabar, duas referências rápidas: a polícia portuguesa deixou escapar algo que poderia ser muito bem utilizado no Salão Erótico para Ourives. Segunda: cuidado ao comprar peças em ouro em segunda mão. Conselho de amigo: trazer sempre um kit CSI, com luminol, para ver se existe sangue. Se existir, e antes de limpar, fazer análises para saber se existem doenças infecciosas. Terceiro passo: limpar sempre, com sangue ou sem sangue…e outros líquidos que provêm do corpo humano.
(É caso para dizer que é a pérola dentro ostra…e também que concorda com a interpretação de Dan Brown do Santo Grall)
Para quem não lhe apetecer ler, a notícia caracteriza-se por uma “Mulher usava vagina para esconder tesouro” (título da notícia), entre os “onze jóias em ouro e um relógio Omega Speed Master”. Primeiro pormenor retirado da notícia: as onze jóias não devem incluir a própria vagina da senhora. Segundo: Omega Speed Master é o nome do relógio que, traduzindo, dará algo como Omega senhor da velocidade. O que nos leva a concluir que aquilo era rápido.
Rápida também foi a fuga. A mulher foi detida em Elvas, pronta para fugir com todo o ouro. E o conteúdo mais específico é este: “foram-lhe encontradas na vagina dois anéis, três brincos, três pendentes com pedras preciosas, um fio com cerca de meio metro, um relógio Omega Speed Master, duas pulseiras e duas medalhas com motivos religiosos. Uma autêntica mina por explorar. Agora surgiu-me uma dúvida a ler a notícia: como a polícia deu conta que a croata continha um arsenal escondido? Então, poderá ser por um detector de metais. Mas a notícia ainda contém na “revista efectuada”. Ou seja, aquilo foi mesmo revistado…esperemos com luvas.
Continuando a dissecar a notícia, o fio encontrado tinha cerca de meio metro. Aquilo estava muito emaranhado para caber lá.
Agora, e para acabar as citações da noticia, duas últimas notas: “o chefe do grupo, tido como muito bem organizado, era um indivíduo de nome Z.M., de 44 anos, natural da Jugoslávia, que distribuía todas as tarefas”, ou seja, manter os maridos fora do guarda-jóias com o receio de se picarem em “três brincos”. Última citação: “faz parte de um grupo nómada, cujo julgamento está marcado mas pode não realizar-se; o tribunal não encontra os arguidos para os notificar”, ou seja, deixaram fugir uma das jóias.
Deixemo-nos então das transcrições e passemos ao raciocínio. Primeiro, aquela mulher tem umas cuecas bem fortes…pois deve ter corrido para ir para Espanha, e aquilo lá dentro aos saltos deve romper umas cuecas mais fracas. Depois, aquilo não é uma mulher: é um canguru. Pois são estes mamíferos que levam as crias nas suas longas viagens, também já soltas da mãe mas numa bolsa.
Continuando, achei delicioso o JN ter citado o conteúdo da vagina da senhora. Quem se interessa por conhecer a fundo o sistema reprodutor feminino, teve uma oportunidade única para ver que, aquilo apesar das defesas, aceita ouro. E é aqui que reside a questão principal: o corpo de algumas mulheres é tão ganancioso que se a mulher tem de esconder o ouro, que seja próximo dela.
Para acabar, duas referências rápidas: a polícia portuguesa deixou escapar algo que poderia ser muito bem utilizado no Salão Erótico para Ourives. Segunda: cuidado ao comprar peças em ouro em segunda mão. Conselho de amigo: trazer sempre um kit CSI, com luminol, para ver se existe sangue. Se existir, e antes de limpar, fazer análises para saber se existem doenças infecciosas. Terceiro passo: limpar sempre, com sangue ou sem sangue…e outros líquidos que provêm do corpo humano.
(É caso para dizer que é a pérola dentro ostra…e também que concorda com a interpretação de Dan Brown do Santo Grall)
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Coisas com pouco interesse...
6 de Nov de 2009
Raiados pelo sol
Este post deveria ter saído já na terça-feira, quando ainda estava um sol. Mas como eu sou preguiçoso, só hoje é que resolvi escrever algo sobre isto, quando chove chuva de água que molha a cidade de Lamego (5 pleonasmos numa frase, e não utilizei os pleonasmos para Lamego, pois destes existem uma data deles...).
Dizem que o sol raia todo o globo de uma forma igual, pois todos os seres humanos nascem com a mesma oportunidade. O sol nasce para todos, excepto para aqueles que moram nos pólos e num dia chamado solstício, onde o Sol parece que tem algo contra nós. De resto, o sol transmite calor, alegria. No fundo transmite luz (descoberta fantástica).
Então vamos a parte interessante do post: A pontaria das andorinhas e outros pássaros é fantástica. Aquilo parece mesmo de propósito: já que andam a cortar árvores, sujamos os vossos popós (alguém sabe se os carros transcritos em linguagem de criança e, após isso, transformado em escrita, escreve-se assim?). E cada vez mais vezes penso que é. A crise nos combustíveis para o lado do consumidor (pois para os outros lados é outra crise, mas sim a de falta de mãos para segurar o dinheiro) começa a levar automobilistas à procura de umas novas energias. Assim, já vi estrume, água e até óleo a servir para por um veículo de 4 rodas (e não é a avó do professor Marcelo) em andamento. As andorinhas, e outros pássaros, com seres inteligentes, só tentam ajudar. Se, cada vez que estacionarmos o carro debaixo de uma árvore e, com um sistema de recolha, recolhêssemos o coco da passarada, aquilo dava para uns bons quilómetros. Porque aquilo é bastante, digamos, nutritivos.
Ou seja, quando as andorinhas libertam-se em cima dos carros, estão a pensar em nós. E como fazem isto? Com o sol a raiar na sua cara. Para verem a ligação com o título.
Dizem que o sol raia todo o globo de uma forma igual, pois todos os seres humanos nascem com a mesma oportunidade. O sol nasce para todos, excepto para aqueles que moram nos pólos e num dia chamado solstício, onde o Sol parece que tem algo contra nós. De resto, o sol transmite calor, alegria. No fundo transmite luz (descoberta fantástica).
Então vamos a parte interessante do post: A pontaria das andorinhas e outros pássaros é fantástica. Aquilo parece mesmo de propósito: já que andam a cortar árvores, sujamos os vossos popós (alguém sabe se os carros transcritos em linguagem de criança e, após isso, transformado em escrita, escreve-se assim?). E cada vez mais vezes penso que é. A crise nos combustíveis para o lado do consumidor (pois para os outros lados é outra crise, mas sim a de falta de mãos para segurar o dinheiro) começa a levar automobilistas à procura de umas novas energias. Assim, já vi estrume, água e até óleo a servir para por um veículo de 4 rodas (e não é a avó do professor Marcelo) em andamento. As andorinhas, e outros pássaros, com seres inteligentes, só tentam ajudar. Se, cada vez que estacionarmos o carro debaixo de uma árvore e, com um sistema de recolha, recolhêssemos o coco da passarada, aquilo dava para uns bons quilómetros. Porque aquilo é bastante, digamos, nutritivos.
Ou seja, quando as andorinhas libertam-se em cima dos carros, estão a pensar em nós. E como fazem isto? Com o sol a raiar na sua cara. Para verem a ligação com o título.
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31 de Out de 2009
O dia das bruxinhas (e uma crónica sobre a classe médica, entre outras coisas…para verem o meu grau de raciocínio)
Sim, parece que hoje é o dia 31/10/09. Não, não existe nenhuma catástrofe que ocorrerá, pelo menos que eu saiba, pois a soma dos números dá 14…ou seja, se fosse treze, ainda metia medo, agora 14 não mete medo a ninguém. Assim, sem catástrofe, temos o Halloween. O famoso dia das bruxas, que ficou celebrizado na América, e que visitou o nosso país, dando um saltinho, e, como viu que isto é quentinho (estamos no mês de Novembro e estão temperaturas calorosas. O ano passado já andava duas mangas, hoje apeteceu-me andar sem nenhuma), resolveu ficar.
A vida de bruxa deve ser complicada. Primeiro, têm de andar sempre mal vestidas. Sim, a moda agora também manda andar esfarrapado, mas aquilo é demais. Depois, têm de deixar crescer as verrugas. Hoje em dia com os Tallon’s (para mim o Povoas é para gordos e o Tallon é para compor a carinha, significando esta “carinha” várias partes do corpo) que por ai andam, com os espelhos que se espalham, torna-se complicado não querer ir a um cirurgião. Nunca a vida de bruxa foi tão difícil. Depois tem de ter os dentes podres (e a partir de agora a generalização de dentista passa a ser Mónique…só por uma coisa, se Povoa é uma cidade, Tallon lembra-me Tailândia, tem de existir alguém como capital…sim, isso é verdade o que vocês dizem: capital têm eles todos…e bem maior do que o meu) e os Mónique’s que seguem não deixam uma cárie passar. E isto não é uma hipérbole: parece que quando aparecem uma cárie a frente, só lhe surge uma ideia na cabeça: esse dente tem de sair. Sai dente, sai dinheiro. Entra novo dente, continua a sair dinheiro. É complicado entender. Se tiram algo, também tiram…logo se colocam, também deveriam colocar. Mas eles têm sempre um argumento: colocam a carteira mais leve…e assim já ninguém precisa de consultar o Povoas. Só pensam nos doentes.
Mas, e continuando, a vida de bruxa continua difícil pois têm dois problemas com as vassouras: primeiro, cada vez mais as pessoas não possuem as vassouras com “partes baixas” de “madeixas” de madeira (fiz aqui uma metáfora…descubram qual). Cada vez as vassouras são de plástico, o que complica a vida. Alguém já viu uma bruxa digna a andar em vassoura de plástico?
O segundo problema é que o vassouroleo está cada vez mais caro. Apesar de ser um combustível limpo (ao contrário das bruxas…imaginem o flagelo para a humanidade que seria se as vassouras funcionassem a gasóleo…imaginem a libertação de CO2 libertado para a atmosfera…gosto tanto de pleonasmos), pois funciona a luz lunar (sem nenhuma ofensa para quem gosta da lua), cada vez mais os painéis custam. E, para colocarem os painéis, as vassouras têm de sofrer uma adaptação. Ou seja, cada vez mais existem menos bruxas (apesar de cada vez existirem mais…sempre pensei que as bruxas passavam os poderes, agora começo a acreditar que eles desenvolvem-se por mitoses. É muito esquisito imaginar uma mitose numa bruxa… (tempo para imaginar) …conseguiram? E ficaram com a mesma imagem arrepiante que eu?).
Ainda nos faltam falar de alguns problemas. Primeiro, este problema da gripe A, que veio a provocar cada vez mais dificuldades a classe etária das bruxinhas. Habituadas a ambientes nada infestados com insectos, as bruxas tiveram de aprender normas de segurança para sobreviverem a este flagelo.
As bruxas nunca aprenderam a lavar as mãos porque, e passo a explicar, nunca se cumprimentavam. Crónicas medievais referem que as bruxas cumprimentavam-se com um baixar do chapéu, como os cavaleiros faziam, colocando a dúvida se seriam bruxas ou bruxos. E, assim, deixavam as damas, desesperadas por adulterar o marido, na dúvida (claro que não refiro o adultério do marido…isso era prática usual. Já naquela altura as mulheres gostavam de ter os mesmo direitos que os homens, como mais tarde conseguiram...). Com o passar dos tempos, a bruxaria passou de moda, por isso as famosas bruxas ficaram sem contacto social. Com o renascer desta tradição, e com este vírus, tiveram de aprender a lavar as mãos. Para isso, o Ministério da Saúde libertou uma norma especial, a distribuir entre as associações “Bruxinhas e companhia”, “As Bruxas Visentinas” e, para acabar, o maior sindicato o “BEBE – bruxas que efectuam bruxedos engraçados”, que delibera mais dois paços: limpar a verruga com gel e sabão e, após utilizar o caldeirão, deixar aquilo a ferver em água e sal, e só depois preparar a sopa.
E, já que falo de caldeirão, falemos do último problema para as bruxas: com o aparecimento das panelas, o caldeirão foi perdendo interesse. Alguém já viu uma bruxa tentar deitar pele de cobra na panela? Aquilo prende ao fundo. Assim, torna-se impossível fabricar veneno para ratos, entre outras coisas, que ficam nos segredos das bruxas. As panelas são o pior problema, ainda por cima as de pressão: o fígado de boi e o cérebro de vaca não cozinham bem a pressão, e juntado o papo de galinha, aquilo fica com uma cor esquisita.
Escrevo assim este texto para esclarecer os problemas que a sociedade das bruxas passam agora. Não descriminaremos as bruxas, visto que há cada vez um número maior delas na sociedade. Forças bruxas…pois, como diz o rapaz da esquina (que por acaso chama-se Pedro), não acredito em bruxas, mas que hás há, há.
PS:Este texto foi escrito com uma pistola apontada a cabeça, por isso bruxinhas, se for para culpar alguém, culpem os magos…foram eles que me obrigaram
Happy Halloween
A vida de bruxa deve ser complicada. Primeiro, têm de andar sempre mal vestidas. Sim, a moda agora também manda andar esfarrapado, mas aquilo é demais. Depois, têm de deixar crescer as verrugas. Hoje em dia com os Tallon’s (para mim o Povoas é para gordos e o Tallon é para compor a carinha, significando esta “carinha” várias partes do corpo) que por ai andam, com os espelhos que se espalham, torna-se complicado não querer ir a um cirurgião. Nunca a vida de bruxa foi tão difícil. Depois tem de ter os dentes podres (e a partir de agora a generalização de dentista passa a ser Mónique…só por uma coisa, se Povoa é uma cidade, Tallon lembra-me Tailândia, tem de existir alguém como capital…sim, isso é verdade o que vocês dizem: capital têm eles todos…e bem maior do que o meu) e os Mónique’s que seguem não deixam uma cárie passar. E isto não é uma hipérbole: parece que quando aparecem uma cárie a frente, só lhe surge uma ideia na cabeça: esse dente tem de sair. Sai dente, sai dinheiro. Entra novo dente, continua a sair dinheiro. É complicado entender. Se tiram algo, também tiram…logo se colocam, também deveriam colocar. Mas eles têm sempre um argumento: colocam a carteira mais leve…e assim já ninguém precisa de consultar o Povoas. Só pensam nos doentes.
Mas, e continuando, a vida de bruxa continua difícil pois têm dois problemas com as vassouras: primeiro, cada vez mais as pessoas não possuem as vassouras com “partes baixas” de “madeixas” de madeira (fiz aqui uma metáfora…descubram qual). Cada vez as vassouras são de plástico, o que complica a vida. Alguém já viu uma bruxa digna a andar em vassoura de plástico?
O segundo problema é que o vassouroleo está cada vez mais caro. Apesar de ser um combustível limpo (ao contrário das bruxas…imaginem o flagelo para a humanidade que seria se as vassouras funcionassem a gasóleo…imaginem a libertação de CO2 libertado para a atmosfera…gosto tanto de pleonasmos), pois funciona a luz lunar (sem nenhuma ofensa para quem gosta da lua), cada vez mais os painéis custam. E, para colocarem os painéis, as vassouras têm de sofrer uma adaptação. Ou seja, cada vez mais existem menos bruxas (apesar de cada vez existirem mais…sempre pensei que as bruxas passavam os poderes, agora começo a acreditar que eles desenvolvem-se por mitoses. É muito esquisito imaginar uma mitose numa bruxa… (tempo para imaginar) …conseguiram? E ficaram com a mesma imagem arrepiante que eu?).
Ainda nos faltam falar de alguns problemas. Primeiro, este problema da gripe A, que veio a provocar cada vez mais dificuldades a classe etária das bruxinhas. Habituadas a ambientes nada infestados com insectos, as bruxas tiveram de aprender normas de segurança para sobreviverem a este flagelo.
As bruxas nunca aprenderam a lavar as mãos porque, e passo a explicar, nunca se cumprimentavam. Crónicas medievais referem que as bruxas cumprimentavam-se com um baixar do chapéu, como os cavaleiros faziam, colocando a dúvida se seriam bruxas ou bruxos. E, assim, deixavam as damas, desesperadas por adulterar o marido, na dúvida (claro que não refiro o adultério do marido…isso era prática usual. Já naquela altura as mulheres gostavam de ter os mesmo direitos que os homens, como mais tarde conseguiram...). Com o passar dos tempos, a bruxaria passou de moda, por isso as famosas bruxas ficaram sem contacto social. Com o renascer desta tradição, e com este vírus, tiveram de aprender a lavar as mãos. Para isso, o Ministério da Saúde libertou uma norma especial, a distribuir entre as associações “Bruxinhas e companhia”, “As Bruxas Visentinas” e, para acabar, o maior sindicato o “BEBE – bruxas que efectuam bruxedos engraçados”, que delibera mais dois paços: limpar a verruga com gel e sabão e, após utilizar o caldeirão, deixar aquilo a ferver em água e sal, e só depois preparar a sopa.
E, já que falo de caldeirão, falemos do último problema para as bruxas: com o aparecimento das panelas, o caldeirão foi perdendo interesse. Alguém já viu uma bruxa tentar deitar pele de cobra na panela? Aquilo prende ao fundo. Assim, torna-se impossível fabricar veneno para ratos, entre outras coisas, que ficam nos segredos das bruxas. As panelas são o pior problema, ainda por cima as de pressão: o fígado de boi e o cérebro de vaca não cozinham bem a pressão, e juntado o papo de galinha, aquilo fica com uma cor esquisita.
Escrevo assim este texto para esclarecer os problemas que a sociedade das bruxas passam agora. Não descriminaremos as bruxas, visto que há cada vez um número maior delas na sociedade. Forças bruxas…pois, como diz o rapaz da esquina (que por acaso chama-se Pedro), não acredito em bruxas, mas que hás há, há.
PS:Este texto foi escrito com uma pistola apontada a cabeça, por isso bruxinhas, se for para culpar alguém, culpem os magos…foram eles que me obrigaram
Happy Halloween
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Coisas com tempo não definido...
29 de Out de 2009
As barras de cereais (a pedido de uma fiel leitora)
Sim, este senhor por detrás do blog não tem nada que fazer, e se ainda não foi comprovado, aqui ficam as provas que faltavam. Falar de barras de cereais não tem muito que se lhe diga. Ou tem? É sempre esta dúvida que permanece a quem decide ler isto. Então eu posso responder: afinal existe. Primeiro, existem barras que parecem as guloseimas da minha coelha (e sim, eu tenho uma coelha…mas não da Playboy…talvez um dia). Vem num pacote de plástico, metido dentro de caixas, e compra-se baratinho no supermercado. São rijas como cimento, sendo aí que reside o truque destas barrinhas: aquelas que dizem que emagrecem, emagrecem mesmo, pois a força descomunal que é preciso fazer com os dentes compensa as calorias que a barrinha, feito de uma massa cimentada que consegue juntar todo os cereais, possui. Pelo menos dizem que faz bem aos dentes da minha coelha.
Outra coisa, e agora pensando bem, aquilo deve ter mesmo cimento. Foi assim que Adão ficou com a sua famosa maçã: não foi de comer aquela maçãzinha, foi as barras de cereais. E agora, para verem o brilhantismo deste raciocínio, vamos lá pensar: se aquilo parece (ou se calhar até tem) ter cimento, o cimento vem de onde? De uma coisa chamada areia. E para o que a areia é utilizada? Para as galinhas utilizarem no papo (isto é o que se chama um post educativo) num processo chamada digestão, após engolirem o quê? Os famosos cereais. Concluímos, então, que foi assim que Adão, nos primeiros tempos, quando a Eva ia às compras (numa coisa chamada shopíng, uma modernice para a altura, neste caso o Paradishopíng), só se alimentava daquilo. E assim ficou com o papo, que passou a ser maçã. Aquilo ficou marcado para todo o sempre, pois os grãos de areia estão lá, provocando a chamada voz grave aos homens. E também a algumas mulheres, o chamado “efeito do centeio”.
E agora, ultima conclusão brilhante: assim já se explica, primeiro, porque a minha senhora professora de PT é tratada como é, e segundo, porque as mulheres gostam tanto de penas: efeito de barras de cereais.
À estimada leitora, e aos restantes, um excelente lanche.
Outra coisa, e agora pensando bem, aquilo deve ter mesmo cimento. Foi assim que Adão ficou com a sua famosa maçã: não foi de comer aquela maçãzinha, foi as barras de cereais. E agora, para verem o brilhantismo deste raciocínio, vamos lá pensar: se aquilo parece (ou se calhar até tem) ter cimento, o cimento vem de onde? De uma coisa chamada areia. E para o que a areia é utilizada? Para as galinhas utilizarem no papo (isto é o que se chama um post educativo) num processo chamada digestão, após engolirem o quê? Os famosos cereais. Concluímos, então, que foi assim que Adão, nos primeiros tempos, quando a Eva ia às compras (numa coisa chamada shopíng, uma modernice para a altura, neste caso o Paradishopíng), só se alimentava daquilo. E assim ficou com o papo, que passou a ser maçã. Aquilo ficou marcado para todo o sempre, pois os grãos de areia estão lá, provocando a chamada voz grave aos homens. E também a algumas mulheres, o chamado “efeito do centeio”.
E agora, ultima conclusão brilhante: assim já se explica, primeiro, porque a minha senhora professora de PT é tratada como é, e segundo, porque as mulheres gostam tanto de penas: efeito de barras de cereais.
À estimada leitora, e aos restantes, um excelente lanche.
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23 de Out de 2009
Aí os meus dentinhos!
Quando não se tem nada para falar (sim, já temos ministros e o Benfica ganhou por 5-0. Who cares?) começa-se a pensar, a fazer listas de temas que poderiam ser bons para um blog. E, que tal, falar de dentes? Para que, perguntam vocês? Porque é uma coisa fantástica. Vamos lá pensar. Em todos os filmes há uma cena de pancadaria. Em cada cena de pancadaria existe sangue a sair. E, por vezes, ou melhor, na maior parte das vezes, vê-se uma massa esbranquiçada a sair da boca do homem (ou mulher…mas nesse caso as possibilidades mudam um pouco). 3 possibilidades: ou aquilo é leite que não foi bem digerido, e saiu por onde não devia, ou as hormonas andam aos saltos, e aquilo é uma coisa que costuma sair por outros orifícios (desculpem a frontalidade) ou aquilo é um dente. Ou seja, na dentição humana existem uma cambada de dentes (não estou com apetite para os contar), e por cada filme vêm-se 2 dentinhos, no mínimo, a sair. Mas o que me admira é a neutralidade com que os pancadaristas (gostaram da palavra…não provêm de pára-quedistas) cospem. (Imaginar som de cuspo) “Ah saiu um dente? Ta bem. Assim poupo na conta do dentista. Aquele já tava cariado. Ou não, se calhar era este. F**-** (isto não é uma mutação de smile…ah, desculpem, deveria ser assim f***-**…deixa conferir…foda-se…confere) Agora já não é o dente cariado, agora são dois dentes novos. Anda cá para arrancar-te um, para ver se gostas!” É mais ou menos assim. E, já agora, porque não vemos os putos a cuspir dentes quando andam a porrada? Esses é que deveriam cair….já que são de leite. E aí engloba-se duas possibilidades de cima: foi leite mal digerido ou um dente? As duas.
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Coisas que têm interesse noutra altura
20 de Out de 2009
E uma bomba caiu do céu!
Não, não foi uma bomba. Foi uma enxurrada de água, pois o São Pedro esteve-se a conter durante todo o Verão e não arranjou melhor casa de banho que este país fantástico. Deve ter tido muito trabalho durante o Verão, a abrir as portas dos céus para os não pecadores. E agora, a vontade já era muita, e toca a “mijar” em Portugal.
Mas acho que isto já é do conhecimento público, pois o São Pedro gosta de espalhar que vai a casa de banho aos sete ventos. E estes, coscuvilheiros como são, toca logo a avisar a malta que o São Pedro vai fazer necessidades, por isso não morram agora. Melhor, se for para morrer agora, que morram os pecadores. Pelo menos esses vão direitinhos para o inferno. Que, segundo o homem no post anterior, poderá ser isto. Ou isto poderá ser o céu. Se for o céu, é muito molhado. Se for o inferno é muito frio. Então em que ficamos?
Ficamos com chuva miúda a cair na cabeça. A graúda fica para os outros, que são mais ricos e suportam mais. A neve, talvez daqui a pouco (para acabar, alguém me diz o que é a neve em termos de metáfora de São Pedro. Se a chuva é xixi, como muito bem diz a minha prima, a neve será...deixo isso a vossa consideração).
PS: Consegui fazer uma autêntica salada…e salsada.
Mas acho que isto já é do conhecimento público, pois o São Pedro gosta de espalhar que vai a casa de banho aos sete ventos. E estes, coscuvilheiros como são, toca logo a avisar a malta que o São Pedro vai fazer necessidades, por isso não morram agora. Melhor, se for para morrer agora, que morram os pecadores. Pelo menos esses vão direitinhos para o inferno. Que, segundo o homem no post anterior, poderá ser isto. Ou isto poderá ser o céu. Se for o céu, é muito molhado. Se for o inferno é muito frio. Então em que ficamos?
Ficamos com chuva miúda a cair na cabeça. A graúda fica para os outros, que são mais ricos e suportam mais. A neve, talvez daqui a pouco (para acabar, alguém me diz o que é a neve em termos de metáfora de São Pedro. Se a chuva é xixi, como muito bem diz a minha prima, a neve será...deixo isso a vossa consideração).
PS: Consegui fazer uma autêntica salada…e salsada.
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